Mesmo o título ficando horrível ao tentar fazer a comparação do título do post com o nome do filme de Matt Damon, esse post tenta falar um pouco de identidades; mais específicamente de identidades blogísticas.
Vendo esse post do Cardoso, em resposta ao meme do Bender, me veio à cabeça que ele só foi possível graças à identidade de cada blogueiro, que foi criada ao longo da “carreira” (desculpa por ser entre aspas e sem querer ofender, mas blogueiro tem carreira?). É legal ver os comentários das pessoas dizendo que leram as frases e que elas realmente pareciam com posts dos respectivos blogs.
Os textos dos blogs que costumo ler (e até de colunistas, como o Jabour, que já citei aqui) possuem uma característica única e isso é que os fazem ser legais e bons de ler. Desde o ironismo do Cardoso até o texto-moleque, o texto-arte do Mr. Manson, todos tem estilos únicos que fazem cada blog ter seus leitores fiéis.
Eu, por exemplo, gosto muito de ler Stephen King, sei que seus cenários são incrivelmente darks e ricamente detalhados, e tenho certeza de que, se em algum momento alguém me der um texto para ler sem falar o autor (e se fosse eu texto dele naturalmente) eu reconheceria. O estilo de escrever, as palavras usadas, tudo denuncia… Óbvio que tudo vem com o tempo de estrada e o gosto de cada um.
Eu ainda estou procurando a melhor forma de escrever, até porque nunca tinha feito nada assim e quem não tem muito o dom da palavra às vezes não consegue escrever o que está pensando, da forma como está pensando (este post mesmo é um exemplo claro disso).
Enfim, acho que esse assunto é muito interessante e deveria até ser escrito de um jeito melhor, até por outra pessoa (fica a sugestão), já que ainda não estou no ponto e minha identidade venceu.
Não, eu não estou me intrometendo no meme do 
É minha gente… Depois da campanha feita pelo Brasil inteiro, celebração do Papa e do beijo do Didi, o Cristo Redentor foi eleito uma das novas 7 Maravilhas do Mundo. Ainda bem que o lugar onde está a maravilha não conta.